Transação deve ser feita a partir de oferta pública de ações a grupos de investidores.
O eBay deve vender o Skype, seu serviço de voz sobre IP, para um grupo de investidores, relatou o jornal The New York Times. O negócio deve ser oficializado nesta terça-feira (1/9).
Vários grupos de investimento podem estar envolvidos na aquisição, incluindo Andreessen Horowitz, Index Ventures e o Silver Lake Partner, aponta o jornal. O primeiro é formado pelo cofundador da Netscape, Marc Andreessen, e pelo membro do conselho de diretores do eBay, Ben Horowitz.
O eBay deve pedir um montante de 2 bilhões de dólares pelo Skype - a companhia comprou o serviço por 2,6 bilhões em outubro de 2005 com o intuito de oferecer comunicação entre compradores e vendedores no site de leilões, mas nunca colocou os planos em prática.
O Skype continua a ser o serviço VoIP mais popular do mundo. Sua receita cresceu 25% no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2008, atingindo 170 milhões de dólares, de acordo com o eBay. No período, foram conquistados 37,3 milhões de novos usuários, totalizando 480,5 milhões em todo o mundo.
O eBay disse que planejava vender o Skype com uma oferta pública de ações. Muitos grupos, no entanto, estiveram em conversas com a companhia, inclusive os fundadores do Skype, Janus Friis e Niklas Zennstrom.
Uma das dúvidas acerca do negócio trata da tecnologia de acesso peer-to-peer do Skype, hoje pertencente a uma companhia chamada Joltid, que oferece o serviço sob licença. O eBay vinha tratando na Justiça norte-americana se poderia invalidar a cláusula contratual que determinava que o Skype não tem autorização para fazer modificações no código no software. A corte deve realizar uma audiência em junho de 2010.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Pesquisa Sobre Tecnologia VOIP.
Olá, Caros amigos internautas estou perto do término do curso de Comunicação e nós da agência experimental XeQue Comunicação estamos tendo uma velha dificuldade, a mesma que todos os alunos ao concluírem os diversos curso oferecidos pelas instituição de ensino superior com pouca infra-estrutura enfrentam a falta de dados para conclusão do projeto (TCC).
Por tal motivo solicito a sua colaboração:
Estamos realizando uma pesquisa sobre o serviço Voip (Voz sobre IP)
Ficaríamos agradecidos se você dedicasse alguns instantes para completá-la. Não lhe tomará mais de 5 minutos.
Por favor, clique Aqui para acessar a Pesquisa.
Obrigado pela participação.
(Grupo Xeque Comunicação)
Por tal motivo solicito a sua colaboração:
Estamos realizando uma pesquisa sobre o serviço Voip (Voz sobre IP)
Ficaríamos agradecidos se você dedicasse alguns instantes para completá-la. Não lhe tomará mais de 5 minutos.
Por favor, clique Aqui para acessar a Pesquisa.
Obrigado pela participação.
(Grupo Xeque Comunicação)
quarta-feira, 29 de julho de 2009
"Digital é diferente de interativo", dizem publicitários
Estava acompanhando esta matéria no site Meio & Mensagem e achei interessante reproduzi-la no blog.
Evento promovido pelo iG levanta discussão em torno da publicidade na internet
Por Mariana Ditolvo
Sob a temática "Internet como plataforma de resultados", aconteceu na manhã desta terça-feira, 28, o 3º iG Digital Day, evento promovido pelo portal e que tem como objetivo analisar exemplos bem-sucedidos de publicidade digital, debater idéias e discutir tendências.
Com a participação de Rei Inamoto, diretor global de criação da agência AKQA, Fernanda Romano, diretora criativa global da Euro RSCG e do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, o evento contou com uma platéia de profissionais de agências de publicidade e anunciantes.
Segundo Fernanda, já era hora de o mercado parar de tentar convencer as pessoas de que a internet traz resultados, já que essa é uma realidade mais do que comprovada no mundo todo. "O mundo mudou e o branding tem que mudar. Hoje em dia a opinião de um blogueiro bacana é mais importante do que se lê no The Wall Street Journal", acredita a diretora. "Eu particularmente detesto a palavra digital. O segredo é interatividade. As pessoas só não repudiam a publicidade independente do meio quando não a categorizam como publicidade. Elas precisam de algo que as estimule a gostar das marcas", completou.
O coro foi engrossado por Inamoto, para quem a nova geração não faz a leitura de que faz parte de uma nova sociedade digital. "Falar em digital vai ser sinal de atraso em um futuro muito próximo. É uma palavra que não significa nada para os jovens consumidores. O importante agora é que as pessoas parem de falar e comecem a fazer para que o mercado possa seguir sua evolução natural", disse.
Como estimular o uso da internet
Questionado sobre o que os profissionais alocados na mídia online poderiam fazer para que o canal crescesse em participação no mercado brasileiro (balizado pelo modelo criado para a televisão), Fernanda disse acreditar que a saída esteja na união e na rebeldia. "Na minha época criamos a 'Máfia' e trabalhávamos muito próximos dos veículos para poder dar vida a projetos inovadores. Os profissionais devem procurar aliados e se unirem em torno de um objetivo comum", aconselhou. "As pessoas mão trocam mais idéia, não compartilham conhecimento. A mentalidade como um todo precisa evoluir. É como diz o Rei (Inamoto): parem de falar. Comecem a fazer", finalizou.
Evento promovido pelo iG levanta discussão em torno da publicidade na internet
Por Mariana Ditolvo
Sob a temática "Internet como plataforma de resultados", aconteceu na manhã desta terça-feira, 28, o 3º iG Digital Day, evento promovido pelo portal e que tem como objetivo analisar exemplos bem-sucedidos de publicidade digital, debater idéias e discutir tendências.
Com a participação de Rei Inamoto, diretor global de criação da agência AKQA, Fernanda Romano, diretora criativa global da Euro RSCG e do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, o evento contou com uma platéia de profissionais de agências de publicidade e anunciantes.
Segundo Fernanda, já era hora de o mercado parar de tentar convencer as pessoas de que a internet traz resultados, já que essa é uma realidade mais do que comprovada no mundo todo. "O mundo mudou e o branding tem que mudar. Hoje em dia a opinião de um blogueiro bacana é mais importante do que se lê no The Wall Street Journal", acredita a diretora. "Eu particularmente detesto a palavra digital. O segredo é interatividade. As pessoas só não repudiam a publicidade independente do meio quando não a categorizam como publicidade. Elas precisam de algo que as estimule a gostar das marcas", completou.
O coro foi engrossado por Inamoto, para quem a nova geração não faz a leitura de que faz parte de uma nova sociedade digital. "Falar em digital vai ser sinal de atraso em um futuro muito próximo. É uma palavra que não significa nada para os jovens consumidores. O importante agora é que as pessoas parem de falar e comecem a fazer para que o mercado possa seguir sua evolução natural", disse.
Como estimular o uso da internet
Questionado sobre o que os profissionais alocados na mídia online poderiam fazer para que o canal crescesse em participação no mercado brasileiro (balizado pelo modelo criado para a televisão), Fernanda disse acreditar que a saída esteja na união e na rebeldia. "Na minha época criamos a 'Máfia' e trabalhávamos muito próximos dos veículos para poder dar vida a projetos inovadores. Os profissionais devem procurar aliados e se unirem em torno de um objetivo comum", aconselhou. "As pessoas mão trocam mais idéia, não compartilham conhecimento. A mentalidade como um todo precisa evoluir. É como diz o Rei (Inamoto): parem de falar. Comecem a fazer", finalizou.
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